Twitter: algo além de um berçário de memes?

Cada rede social tem seu objetivo claro: o Instagram é quase um portfolio para o fotógrafo amador dentro de todos nós; o Facebook nos mantém em contato com aquelas pessoas que não vemos muito; o Snapchat comunica, através de fotos ou vídeos, o que você está fazendo no momento, de um jeito bem colorido. Mas e o Twitter? Fora servir como melhor berçário de memes do Brasil, o objetivo do pássaro azul é incerto.

O próprio diretor geral do Twitter no Brasil, Guilherme Ribenboim, reconhece que a plataforma é diferente. “Somos uma rede de interesses, não uma rede social. O Twitter não é sobre estar relacionado com seus parentes, mas sim com o conteúdo”, disse o executivo em entrevista ao Estadão.

Mas que conteúdo é esse? Por limitar o número de caracteres a 140 por postagem, o Twitter dificulta a criação de algo com substância. É como se, ao ler um jornal, as pessoas utilizassem apenas a informação da manchete, sem ler a reportagem e se aprofundar. Desta forma, vão disseminando uma informação sem contexto. Por menos que a rede admita, é isso o que ocorre na plataforma.

Segundo o New York Times, o Twitter está sendo cada vez mais usado para desinformar. “[O serviço] valoriza respostas rápidas e sarcásticas em um debate, e tende a elevar o [argumento] besta sobre o sério”, afirmou o jornal. Por deturpar esses valores, notícias vindas de sites não confiáveis acabam sendo espalhadas pela rede.

Para driblar essa má fama do Twitter, melhorar a confiabilidade do seu site é o caminho. Tendo em mente as melhores estratégias para ampliar o alcance do seu conteúdo, a Paradox Zero desenvolve soluções específicas para profissionalizar o site da sua empresa e deixá-lo mais seguro, além de sua atuação nas redes sociais, evitando que o público desconfie da página e passe a compartilhar sem medo o conteúdo ou os serviços ali encontrados.

De berçário de memes para polo de narrativas de bots

O artigo do NYT também aponta para outro grande problema enfrentado pelo Twitter: os bots. Eles são perfis falsos e automatizados feitos para tentar controlar uma narrativa. Diferentemente do Facebook, o Twitter não exige seus dados verdadeiros na hora de criar uma conta, o que torna o processo extremamente fácil — e inseguro.

Alguém que controla vários bots pode rapidamente fazer um assunto entrar nos trending topics da rede social e começar a fazer pessoas de verdade falarem sobre aquele determinado assunto, seja verídico ou não, já que a fonte raramente é checada.

“Como operam de forma anônima, os bots capitalizam as notícias: eles aceleram o processo de descoberta e disseminação de certas histórias, tornando uma hashtag desconhecida na próxima grande coisa”, pontua o NYTimes. Esse número exacerbado de perfis automáticos faz com que o monitoramento do Twitter seja mais complicado, pois quantos seguidores são pessoas de fato e não bots?

Quantos retweets e likes vêm de usuários reais? Para fugir desses achismos, a Paradox Zero oferece a seus clientes uma estratégia específica voltada para a coleta de dados e filtro de conteúdo em redes sociais – somente com esse tipo de análise é possível construir páginas robustas e marketing de conteúdo eficaz nas redes, por exemplo.